terça-feira, 15 de março de 2011

O que há dentro do coração?


O blog abre espaço como blog literário, científico e acadêmico para a produção textual. O texto a seguir foi elaborado por uma aluna do Curso Normal, pontuando que alunos precisam de espaço de expressão. Se nesse sentido, o educador se pergunta o que fazer para motivar seus alunos, a resposta é mais simples do que se poderia supor: permitir de todas as formas, metodológicas, que o aluno se expresse!

Veias, artérias e vasos sanguíneos. Não só isso, mas o sentimento mais profundo que o ser humano pode sentir: o AMOR.

Mas o pior é que muitas pessoas não sabem dar valor a esse sentimento.

Mas não é por esse motivo que você deve desistir do amor, insista pois ele pode demorar, te iludir, te machucar ou até te fazer sofrer.

Mas, às vezes, essas desilusões amorosas são o início para ajudar-nos a amadurecer. 

No entanto, quando o amor chega fará seu coração palpitar e ficar feliz. Ao mesmo tempo, sentirá borboletas na barriga, suará frio e sua circulação aumentará.

Porém, depois disso tudo, irá descobrir que essa pessoa será o amor da sua vida. Não vai querer desgrudar dela e será o melhor momento vivido porque te transformará em outra pessoa. 

Então ame intensamente, sem medo de viver, sem medo de arriscar e das consequências. Pois o amor pode mudar tudo na sua vida e te ajudará a enfrentar barreiras.

O amor é uma inspiração, eu sei que talvez esse texto não possa ter sentido, mas o escrevi com todo amor, carinho e toda a minha inspiração que foi pensando em você♫

Te amo muuiiiiito♥
Carol Vidal 
Aluna do 2º Ano de Pedagogia do IECN - SG

4 comentários:

  1. Bem, Carol para mim o texto fez muito sentido... Sentido no que tange ao fato de que é sempre necessário, criar! Se quero ou não se artista, não importa. Importa somente que eu me expresse da forma como meu coração, aquele que você descreveu fisiologicamente e emocionalmente, quer, necessita!
    Sentido quando mostra que há uma diferença etária na relação humana, ou seja, quando amadureço deixo de acreditar em certas coisas que eram verdadeiras. Mas a vida foi tão dura, bateu tanto, que em um primeiro momento você nem se permite gostar mais do outro, quanto mais deixar o outro ver sua “cartinha” de amor. E depois fazemos pior: ficamos “descoladas” e nesse sentido dizemos para que envolvimento? Estou tão bem sozinha! Nadaaa... Puro mecanismo de defesa porque nós “adultos” sentimo-nos tão magoados que deixamos essa chama apagar!
    Eu por minha vez, como escritora, como adulta e como eternamente apaixonada digo: eu amo intensamente, e não esqueci esse pacto que fiz comigo aos 15 anos. Não esqueci que isso era importante e ainda é! Não tenho medo de viver, não tenho medo de dizer que gosto com 40 anos, se gosto, gosto! Não me envergonho.
    Então, Carol, não tenho medo de me arriscar e não tenho medo das conseqüências e sou feliz assim e me inspiro assim! Beijos! Sua professora-estagiária.
    Margareth Sales

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  2. Legal o espaço que foi aberto para a aluna!!!

    Abs,
    Higor Azevedo

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  3. Oi gostei muito do blog, convido você a conhecer o meu blog de textos, obrigado!

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